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quinta-feira, julho 31, 2003

É o fim deste blogue.
Como é o fim de muita coisa na minha vida.
Se for você, saiba que te amo pra sempre.
Se for ou não for, acesse inthesun.festim.net

quarta-feira, julho 30, 2003

Acima das nuvens, agora, dentro de um avião. Tudo tão azul. Viajar de dia é assim – o azul que atordoa e deixa todo mundo dentro do avião mais desperto do que deveria. Todo mundo quer conversar, andar de um lado para o outro, ir ao banheiro, pedir água para a aeromoça. Nem metade ali tem o que falar, ou por que andar e ir ao banheiro, nem menos sede. Mas é assim, o mundo funciona assim, as pessoas têm que fazer o que acham que deveria ser feito no horário que alguém estipulou para isso, e não importa onde você esteja, tem que fazer – não interessa se é à beira do mar ou dentro de um avião.
Abre a bolsa, pega um lexotan. A aeromoça passa do seu lado e a cutuca, “Carne ou peixe?”, mas o calmante já faz efeito e ela finge que não ouve. Agora mergulha no alaranjado das lembranças. Por favor, passe mais tarde, ou então me esqueça. Obrigada.

segunda-feira, julho 28, 2003


Reconhecer-me como fonte e não como espelho.
Essa é a grande magia do hoje.
*
E que olhos de outrem sejam pois o nosso reflexo e que nosso reflexo sim seja a fonte dos olhos de outrem.
E que curtos circuitos sirvam para localizar alguns fios desencapados e que toda a música do mundo toque alto. Agora.

domingo, julho 27, 2003

Rafa, querido, que tarde deliciosa!
Pipoca, conversa, Sex&The City e o Prozac mordendo o seu pé o tempo inteiro.
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Te falei hoje e digo de novo. Sinto meus amigos mais próximos de mim, e isso me dá uma força danada. Não sei se vocês têm idéia.
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Um beijo na alma. Você e o Alex são meus anjinhos!!!
hahahahahahahahahyahahahahahahaahahahahaha
desculpe, me deu vontade.

sábado, julho 26, 2003

Esse post é pra você, Alex!



Tá na hora, amigo? Tá na hora de a gente ser feliz? Está ouvindo os pocotós? Acho que sim. Eu sei que sim. Tem algum outro lugar a não ser o teu peito pra você ouvir? Acho que não. Eu sei que não.
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Você é feito de ficar que nem eu? Acho que sim.
Você é da raça de pedra como eu? Acho que sim.
Você não recusa permanência? Acho que não.
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Receber de Deus um amigo como você. Essa é a pontinha da felicidade, sabe? Uma felicidade que a gente vai puxando pelos anos e que vai se tornando uma felicidade cada vez mais feliz.
Tecendo. Bordando. Cuidando. Um amigo assim.
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A gente vai dessombreando as sombras com a mão, sabe? E fica tudo mais azul e mais doce. A gente embarca a vida e abarca a alegria, com um amigo assim. É só não querer ser. É só ser.
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Te amo, amigo.

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